Cavaleiro andante, sinta-se inerente
A meu corpo vivo de prazer
Alcance tuas mãos as rosas que caem ao chão
Na orvalhada do entardecer
De todas daí-me a mais púrpura
Para não me entristecer.
Escute pois agora no impasse da aurora
O rajar da amoreira ao vento que lhe veio acordar...
Que não se perdure efêmera cavalgada
Que a ti veio chamar...
O romantizo cavalheiro
Marcas quem meu corpo deixou
E foi lá... Debaixo da amoreira
Que tu o meu corpo beijou.
E quando o dourado sol brilhar
E tua diretriz tomar
Não te esqueças da donzela que por ti esperará...