domingo, 18 de dezembro de 2011

E assim lhe disse o pai


Emprestado é emprestado
Dado é dado
Vendido é vendido
E favor é favor!
Favor só com favor se paga... Favor não tem preço (...)

Plantio


Capinar, arar, plantar

Depois de aguar

Do seco fez-se grão

Do chão o trigo deu o pão

E o verde da roça é minha plantação...

Para meu avô ... Ao sentir o cheiro de suas mãos as sementes por si só fecundam entrelaçam e dão frutos... Mãos mágicas que a terra nunca sentirá igual.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Amoreira



Cavaleiro andante, sinta-se inerente
A meu corpo vivo de prazer
Alcance tuas mãos as rosas que caem ao chão
Na orvalhada do entardecer
De todas daí-me a mais púrpura
Para não me entristecer.
 
 
Escute pois agora no impasse da aurora
O rajar da amoreira ao vento que lhe veio acordar...
 Que não se perdure efêmera cavalgada
Que a ti veio chamar...
 
 
O romantizo cavalheiro
Marcas quem meu corpo deixou
E foi lá... Debaixo da amoreira
Que tu o meu corpo beijou.
 
 
E quando o dourado sol brilhar
E tua diretriz tomar
Não te esqueças da donzela que por ti esperará...