Aprendi viver sem você
E sempre que o vejo
Permaneço fria, silenciosa
Então me deito em silêncios
E busco na vida um novo respirar.
Toda vez que me deito me lembra você
Mas, se te procuro não sei onde está
E na utopia de que posso te encontrar
Crio humores, invento amores.
Enfim quando fecho os olhos
Vejo que na manhã seguinte
A única utopia da noite era eu a te esperar.

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