sexta-feira, 6 de abril de 2012

Utopia De Amor Perfeito


Aprendi viver sem você
E sempre que o vejo
Permaneço fria, silenciosa
Então me deito em silêncios
E busco na vida um novo respirar.
Toda vez que me deito  me lembra você
Mas, se te procuro não sei onde está
E na utopia de que posso te encontrar
Crio humores, invento amores.
Enfim quando fecho os olhos
Vejo que na manhã seguinte
A única utopia da noite era eu a te esperar.



sábado, 21 de janeiro de 2012

Sonhos

Os sonhos são incontáveis como a areia da praia, mas as ondas vem e os levam de nós e quando surpresos pegamo-nos pisando neles com os próprios pés.






quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Permanecer


Decifra-me se poderes
E leia as linhas das minhas mãos
Veja a que caminho elas te levam
Até entreter a razão.
Caminha pelo meu corpo
Como essas voltas que a vida dá
Ele é manso com muito gozo, tal como um desabrochar.
Se quiseres pode as minhas células contar
E assim de uma a uma vera seu nome em meu DNA
Na sua viagem pelo meu corpo sentirá meu coração pulsar
E na altura do teu caminho
Ouvirá ele por ti chamar....

domingo, 18 de dezembro de 2011

E assim lhe disse o pai


Emprestado é emprestado
Dado é dado
Vendido é vendido
E favor é favor!
Favor só com favor se paga... Favor não tem preço (...)

Plantio


Capinar, arar, plantar

Depois de aguar

Do seco fez-se grão

Do chão o trigo deu o pão

E o verde da roça é minha plantação...

Para meu avô ... Ao sentir o cheiro de suas mãos as sementes por si só fecundam entrelaçam e dão frutos... Mãos mágicas que a terra nunca sentirá igual.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Amoreira



Cavaleiro andante, sinta-se inerente
A meu corpo vivo de prazer
Alcance tuas mãos as rosas que caem ao chão
Na orvalhada do entardecer
De todas daí-me a mais púrpura
Para não me entristecer.
 
 
Escute pois agora no impasse da aurora
O rajar da amoreira ao vento que lhe veio acordar...
 Que não se perdure efêmera cavalgada
Que a ti veio chamar...
 
 
O romantizo cavalheiro
Marcas quem meu corpo deixou
E foi lá... Debaixo da amoreira
Que tu o meu corpo beijou.
 
 
E quando o dourado sol brilhar
E tua diretriz tomar
Não te esqueças da donzela que por ti esperará...

domingo, 13 de novembro de 2011

Saudades de São Paulo


Vou embora pra Goiânia

Tem sol forte que me chama

Vou deitar em minha cama

E chorar sua lembrança, São Paulo.


Saudade das boas livrarias, dos bons teatros, e principalmente da Avenida Paulista onde a música a arte e a poesia se encontram, ela foi palco de muitos versos meus...